sábado, 16 de agosto de 2014

And then there was poetry...

"A poesia é uma criação rítmica da beleza em palavras."
                                   (Edgar Allan Poe)

Nunca fui de poesia. Acho que nunca consegui entender bem como ela funciona, não havia sido devidamente atingida, sabem? 
Porém, contudo, entretanto, todavia, quando esse ano começou uma certa curiosidade me surgiu, fiquei pensando em porque as pessoas eram tão apaixonadas por poesia e resolvi que talvez fosse hora de tentar! E adivinhem só, acho que comecei a ler na hora certa!  



O primeiro livro de poesia que tive que ler foi para a escola e esse inicio não foi muito bom. Tive de ler Libertinagem, do Manuel Bandeira, e eu suspeito fortemente que tenha sido culpa da estética modernista, mas eu não gostei. Me arrastei pra passar pelos poemas e nem mesmo quis continuar o livro e ler Estrela da Manhã, que estava no mesmo encadernado. Acho que quando nunca se leu poesia e se começa com um livro modernista, ou seja, sem rimas, palavras bonitas ou muita lógica, acabamos achando que aquilo não corresponde a um poema do jeito que deveria, pelo menos foi o que aconteceu comigo... 

Depois disso, fiquei curiosa por outros poetas e resolvi procurar pelo que eu mais havia ouvido falar: Carlos Drummond de Andrade. E dessa vez foi diferente, porque além de entender, fui realmente tocada pela poesia de alguém. Fico feliz por saber que esse reconhecimento poético da minha parte aconteceu pela primeira vez com Drummond, porque sei que por toda a minha vida ele vai aparecer sempre com um carinho especial (e o que pode ser melhor do que o escritor por quem você nutre esse carinho de "primeira vez" ser nada mais nada menos que Carlos Drummond do alto de sua genialidade?).
Li O Amor Natural e depois um livro dele que tinha o Alguma Poesia, Brejo das Almas e claro Sentimento do Mundo (Já que prestarei vestibulares esse ano, esse não poderia faltar) na mesma edição.

"Mas as coisas findas

Muito mais que lindas

Essas ficarão."

                                                               (Carlos Drummond de Andrade)






Nas últimas semanas, na escola, minha turma apresentou trabalhos sobre grandes escritores e poetas, o que só me fez ter mais vontade de continuar no mundo poético. O bom é que além de rápida de ser lida, essa[e tipo de literatura acaba nos tirando um pouco do convencional e ajudando a tirar um pouco do estresse que todos nós temos. A poesia relaxa, acalma, nos faz pensar e se maravilhar com os versos sempre (ou quase sempre) tão harmoniosos.

No momento, estou lendo um livro de sonetos de Vinicius de Moraes (perdidamente apaixonada), depois pretendo conhecer Cecília Meireles, Mario Quintana, Paulo Leminski, Bukowski e muitos outros grandes poetas do mundo todo!

Pois já que aprendi a gostar, não pretendo parar de ler poesia tão cedo... 


terça-feira, 1 de julho de 2014

Capitães da Areia - Jorge Amado

Como a maioria das pessoas sabe, esse ano é ano de vestibular pra mim. Além do tradicional ENEM, pretendo prestar Fuvest, Unicamp e etc. (Tem que tentar tudo, em algum lugar eu devo passar!) E pra isso eu comecei a ler alguns dos livros da lista dos vestibulares independentes. 
São 9 livros nessa lista, e eu li 3 até agora. (O 4° está em andamento!) 



Um dos que eu li foi Capitães de Areia, do Jorge Amado, e comecei a lê-lo cheia de receios... Meu pai, com quem sempre converso sobre leituras, não gosta do escritor e eu tenho sérios problemas com "clássicos" brasileiros. Isso, porque geralmente sou abrigada pela escola a ler esses livros e ser obrigada a ler alguma coisa faz todo o meu espirito de leitora ir embora. 
Mas quando comecei a ler Capitães, foi outra história... Nunca pensei que fosse gostar tanto! 

Créditos à mim, porque essa foto linda fui eu que tirei! 

Ele vai contar a história de vários meninos de rua da Bahia, conhecidos como "Capitães da Areia", que vivem por si em um trapiche abandonado. Como são de rua, acabaram por ter que aprender sozinhos sobre as coisas da vida, sem bons exemplos no início de suas respectivas jornadas não lhes foi possível chegar a bons aprendizados, eles furtam, estupram, fazem serviços de má conduta para outras pessoas, entre diversos outros tipos suspeitos de trabalhos. 

Mas o fato é que no fim das contas, são apenas crianças, pois o mais velho não chega a ter 15 anos de idade. Durante a história isso fica bem claro através do desejo que os meninos demonstram em ter uma mãe, ter família, serem amados, terem a atenção que toda criança deve ter.
Uma das coisas mais interessantes é que eles não deixam de ter sonhos, um quer ser padre, outro pintor, tem um que quer ser ativista e até mesmo um que sonha em fazer parte do bando de Lampião! E pra mim, uma das partes mais emocionantes foi o final, onde eles começam a seguir seus próprios caminhos.

Jorge Amado

Eu sei que falando assim parece um pouco bizarro, pesado até, mas é lindo! É lindo como o escritor mostra o lado de criança deles, é lindo como eles tem sentimentos verdadeiros, é lindo como cuidam uns dos outros e como se importam com certas coisas, como se fossem adultos, mas não porque querem parecer maduros e sim porque a vida os obrigou a chegar a esse ponto. 

É tudo lindo, mas nada se compara a escrita do Jorge Amado, pela qual eu me apaixonei. Ele tem uma certa delicadeza e seu modo de escrever é muito simples, além de nos fazer sentir também tudo aquilo que os personagens estão sentindo.

Tem quem diga que os livros dele são todos iguais, de temática e histórias parecidas e pode até ser que eu ache isso quando ler algum outro. Mas, independente de qualquer coisa, esse é maravilhoso e ganhou (além da minha admiração, 5 estrelas.

É isso aí, espero ver vocês na próxima... 

Até mais! 

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Ah, John Green...

O primeiro livro que eu li do João Verde foi TFOS (A Culpa é das Estrelas, em Português) e eu achei lindo, fofo, chorei que nem uma condenada e fiz um zilhão de marcações! Então, com o lançamento do filme, resolvi escrever sobre a minha experiencia com os livros do John!

Depois disso fiquei morrendo de vontade de ler o resto, acabei comentando por aí e no meu aniversário do ano passado, minha amiga me deu O Teorema Katherine e depois peguei Deixe a Neve Cair emprestado com uma amiga da minha amiga que acabou virando minha amiga também. (what?) 

O fato é que eu continuava querendo ter todos os livros dele pra chamar de meus, (são 6, eu tinha 2) porque eles são fofos de história, bem escritos e lindos de ficar na estante! Foi aí que no natal meu namorado me deu, não um, mas TODOS os livros que faltavam e completou minha coleção de John Green! 
(Se eu surtei? Magiiiina gente...)

Minha coleção linda de bonita! *---*

Agora que eu já li todos eles, resolvi fazer um post, pra mostrar como eles são todos lindos e falar um pouquinho de cada um! Farei em ordem cronológica, que fica mais bonito...
 

Quem é Você, Alasca? 

"Pensamos que somos invencíveis porque realmente somos. Não nascemos, nem morremos. Como toda energia, nós simplesmente mudamos de forma, de tamanho e de manifestação."

Escrito em 2005, foi o primeiro de todos, mas o último que eu li... Antes de qualquer coisa devo dizer que a capa preta é muito mais bonita que a outra! (Que tem um close up do rosto de uma menina).
Esse livro é realmente muito bom, um dos melhores, tem uma parcela de fofura, uma de "nerdice" e um pouco de surpresa/suspense! E minha parte preferida é o fato de o personagem principal colecionar as ultimas palavras de pessoas famosas. 

O Teorema Katherine


"Mas o tamanho do seu amor por uma pessoa nunca vai ser páreo para o tamanho da saudade que você vai sentir dela."

Apesar da capa meigamente minimalista, O Teorema é o livro mais fraquinho de todos, não sei se é porque fala de matemática, e eu não me dou com essa matéria, mas a história é a mais parada e a que menos me cativou. A melhor parte do livro é (como sempre) o amigo do personagem principal, que me fez dar umas boas rizadas! O livro foi lançado em 2006.


Deixe a Neve Cair


"Sempre que um sino toca, um anjo ganha asas."

Esse não é bem só do John, mas tem uma grande participação dele, esse livro tem três histórias de natal que se interligam no final. Co-escrito com Maureen Johnson e Lauren Miracle, apesar de o nome dele ser o primeiro na capa, o "conto" do Sr.Green é o segundo do livro e também não é lá o melhor dos trabalhos dele... (acho que ele estava em uma época ruim). O ano de lançamento foi 2008.





Cidades de Papel


"Não me cruzando na primeira, não desista 
Não me vendo num lugar, procure em outro
Em algum lugar eu paro e espero você." 

E depois da fase ruim, a segunda parte de 2008 trouxe de volta o dom literário ao nosso querido escritor geek! Ele voltou com Cidades de Papel, que tem muita ação, um mistério daqueles que nos faz querer ler sem parar pra saber o final e ainda nos faz dar muitas, muitas risadas! (Sério, eu ria alto com esse). A história é até bem parecida com a dos outros, com o mesmo molde inicial, garoto nerd, garota popular e um amigo engraçado, mas eu gostei bastante! 

Will & Will


"A verdade, porém?
Todo mundo tem uma.
Essa é nossa maldição e nossa bênção. Essa é nossa tentativa e nosso erro e nossa coisa certa."

Esse é outro que foi escrito com a ajudinha de outro autor. Pode parecer que John Green e David Levithan não combinam, já que um escreve sobre nerds e o outro é incrivelmente depressivo, mas a junção dos dois resultou em um contraste bastante interessante! Gosto de ambos e eles alternam os capítulos, então ler o livro inteiro foi muito gostoso. A publicação é de 2010 e a história é, como sempre, cheia de boas tiradas para rir bastante!

A Culpa é das Estrelas


"Me apaixonei do mesmo jeito que alguém cai no sono: gradativamente e de repente, de uma hora para a outra."

E por último, mas não menos importante, o livro que eu acredito ser o 2° melhor de todos (depois do Quem é Você, Alasca?). Não vou falar muito desse pois tem um post só pra ele que vocês podem checar aqui. O que é importante dizer é que esse não tem a mesma "fórmula" dos outros, ele não tem nerds ou garotas espetaculares, na verdade todos os personagens envolvidos tem um certo papel de protagonista. E pra quem leu o livro (e não leu também) o filme esta uma fofura só, eu quase inundei o cinema! Esse, como todos sabem é do ano de 2012.


Bom, esses são todos os livros do John publicados até agora... E ficam duas perguntas:

1° Quando sai o próximo pelo amor de Deus????
2° Será que um dia ele vai aprender a escrever finais? (porque os livros são ótimos, a escrita é uma delícia, mas quando chega no final... dá até um desanimo!)

Pra quem nunca leu, recomendo começar com Cidades de Papel ou Quem é Você, Alasca?, que são mais dinâmicos.
E lembrem que esse primeiro tem contrato de filme pronto, só esperando para ser gravado! *ooo*

Bom, é isso aí. Quem puder, siga o blog, mostre pro tia, tia, avó, pai, mãe, prima, vizinho, papagaio e ainda curta a página lá no Face

Beijos, e até mais! 


terça-feira, 10 de setembro de 2013

Inferno - Dan Brown

"Os lugares mais sombrios do Inferno estão reservados àqueles que se mantiveram neutros em tempos de crise moral." 




Há algum tempo atrás saiu na internet um artigo que dizia quais eram os 10 livros para pessoas idiotas, entre eles estão os livros do Dan Brown. O artigo diziam que os livros eram iguais, todos com a mesma história em capas diferentes, mudando lugares e obras, mas basicamente a mesma coisa... Minha opinião? Besteira! 
Sou apaixonada pelo Dan Brown! Acho que seus livros tem o tipo de carga cultural, que te obriga a abrir o Google constantemente a procura de obras, traduções, livros, pessoas... E o que pode ser melhor do que isso pra aprender? Foi com os livros dele que eu aprendi a maioria das coisas sobre algumas das culturas que mais me atraem: a da Igreja, da Itália e da arte! E com Inferno não foi diferente!


Apocalíptico e deprimente o livro gira em torno do maior problema da humanidade atualmente, o Crescimento Populacional. 

Tudo começa com o nosso queridíssimo e já conhecido professor Robert Langdon sem memória em um hospital. Ao longo da história ele descobre que esta sendo perseguido, que há pessoas querendo matá-lo, que só tem uma aliada e que deve conter a possível contaminação de uma nova "peste", ou seja, uma doença totalmente nova capaz de extinguir pelo menos metade da população mundial. 
Tudo isso rodeado a cada minuto pela Peste Negra e pela obra de Dante Alighieri, "A Divina Comédia" (mais especificamente o primeiro livro, isso mesmo, o "Inferno"!). 



Dante Aliguieri e seu perfil
(famoso no mundo todo)






















O livro me causou um certo medo,admito! Mas também muito adrenalina, ação e muuuuitas surpresas! O final é bastante inesperado e, na minha opinião, não podia ser melhor.  

Quando eu vi que tinham lançado esse livro eu fiquei doida por ele, precisava ler! O que me fez praticamente engolir as 428 páginas! Fora isso, a formatação da Arqueiro é ótima, páginas amarelas, fonte e espaçamento bem colocados e a capa é L-I-N-D-A!!! 
Ganhou 4 estrelinhas lá no meu Skoob! Super recomendo! 

Por enquanto é isso! (Não esqueçam de seguir o blog e curtir a página lá no Facebook!)
Até a próxima! ;)

terça-feira, 6 de agosto de 2013

A Culpa é das Estrelas

  - O.k? 
- O.k.


FINALMENTE eu li John Green!
Ouvi tantas criticas boas a respeito do escritor que estava morta de curiosidade pra ler alguma coisa dele! E o primeiro que eu peguei pra conhecer o trabalho do John (se me permitem a intimidade) foi o livro mais novo dele: The Fault in Our Stars, vulgo, A Culpa é das Estrelas!







Só eu que amei a arte? A capa é linda, o título é perfeito, o escritor é incrível a história é bem construída... enfim! O conjunto não podia dar um resultado melhor!







O livro conta a história da Hazel, uma garota de 16 anos que tem câncer terminal na tireoide. Depois de um início de depressão ela começa a ir à algumas reuniões de um grupo de apoio para pessoas com câncer e alguns encontros mais tarde conhece o Augustos, um garoto de 17 anos que teve câncer nos ossos mas agora tem a doença estabilizada. 
É obvio que eles se apaixonam e viram um o amor da vida do outro e blá blá blá... Mas a história principal gira em torno de um livro que a Hazel ama, já leu e releu dezenas de vezes! O problema é que ele acaba no meio de uma frase e o escritor não publicou uma continuação, prólogo, nada! Então eles resolvem descobrir o que acontece no final! 

Hazel e Augustus! Fan Art mais fofa do mundo, né?!  *-*

Mas o interessante do livro (apesar dos momentos tristes) é como o John trata essa coisa da instabilidade da vida, da presença constante da morte na vida deles e principalmente a doença! Um cuidado muito interessante que ele tomou foi acompanhar o tratamento de algumas crianças e adolescentes antes de escrever o livro, além de ter inventado o nome de todos os medicamentos presentes na história! 




"Enquanto ele lia, me apaixonei do mesmo jeito que alguém cai no sono: gradativamente e de repente, de uma hora para a outra."






Reparem só na quantidade de Quotes marcadas na minha edição! '-'







"Meus pensamentos são estrelas que eu não consigo arrumar em constelações" 







Apesar de o livro ter me feito sentir de todas as emoções possíveis e ter me prendido muito (a escrita do John Green é uma delicia de se ler!) não me surpreendeu! E eu senti um pouco de falta disso... 


3 Estrelinhas! E eu indico sim, leiam porque vale a pena! 

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Até! ;) 

sábado, 3 de agosto de 2013

Poemas... macabros?

Que tal uns poeminhas descontraídos para a próxima semana? 

Bom, pra quem não sabe eu sou louca, pirada e perdidamente a apaixonada pelo diretor americano Timothy William Burton (vulgo: Tim Burton)!


Ok, eu sei que ele tem cara de psicopata, que ele é a pessoa mais esquisita do cinema e que o cabelo dele parece um ninho de mafagafos! Contudo, entretanto, todavia, ele é um gênio! E definitivamente o meu "ídolo"! 
(Qualquer dia ainda vou fazer um super hiper post sobre ele!) 
E foi por isso que hoje eu resolvi postar um poeminha dele! 
Até hoje, Burton só publicou um livro e ele contém poemas! É intitulado "O Triste Fim do Pequeno Menino Ostra e Outras Histórias", e nele há vários mini poemas/historinhas sobre uns assuntos esquisitinhos, obscuros e meio malignos. Claro que não é nenhum Shakespeare, profundo e filosófico, mas tem muito cara de.... Burton! 



O primeiro poema do livro é: "Menino Palito e Menina Fósforo":









"Menino Palito gostava da Garota Fósforo. 
Gostava era pouco:
Sua figura esbelta
O deixava louco.






















Mas como acender entre eles
A chama da paixão? Simples. 
Foi só seguir seu desejo a risca,
Que ele saiu queimando faísca." 












Todos os poemas são curtinhos e bem bobinhos, mas são também divertidos e te fazem entrar um pouquinho na cabeça do Tim.
O livro foi publicado pela editora Girafinha e está em sua 3° edição.

Pra finalizar, aqui vai o curta inspirado na história que deu nome ao livro, ou seja, O Triste Fim do Pequeno Menino Ostra!




Por enquanto só esses, mas quem sabe depois tem mais poeminhas do Tim! ;)
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Até a próxima! 

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Meu mundo na Maratona Literária

Bom, como é de se notar eu ando um tanto quanto sumida né... Mas eu voltei minha gente!!!
E como retorno, nada melhor do que uma maratona de um dos meus amores, a literatura! 


Durante os dias 29/07 à 04/08 vários leitores decidiram dar uma "turbinada" nas suas leituras e estão estabelecendo metas para a semana escolhida! O desafio é simplesmente ler mais do que é de seu costume! Então, se você está acostumado a 30 páginas por dia, disponha-se a ler 50! Se lê 1 livro por semana, que tal ler 2? 

O legal é que durante a semana também haverão desafios, bate-papos e claro, muuuitas opiniões sobre livros! 

Devo admitir que não ando lendo muito (que vergonha!) então minha meta não vai ser das maiores, mas creio que já vá dar um gás pra eu voltar ao meu ritmo de leitura! 

Minha meta: 

  • Terminar de ler "Quatro Estações" do Stephen King, que eu abandonei a um tempinho! (faltam 539 páginas)

Sei que tem gente prometendo muuuuito mais! Mas eu realmente espero cumprir essa meta, como já vou estar em aula e ando lendo pouco, 500 páginas é bastante coisa! rs'

Caso queiram mais detalhes e saber de novidades vocês podem procurar nos blogs: Café com Blá Blá Blá, Amount of Words, BookeandoBurn Book, Por Essas Páginas e Psychobooks
Além de entrar nas páginas da maratona no Facebook e no Twitter

Boas leituras pra nós! ;) 

terça-feira, 5 de março de 2013

Filme: Paris-Manhattan

"Você tem que ser você mesma e fazer suas próprias escolhas, mesmo se precisar de muita coragem. Senão você é como um robô, um lagarto."




Sabe quando alguém junta algumas coisas e o resultado, apesar de inesperado, é ótimo?! Então, o filme Paris-Manhattan é assim, juntou 2 coisas que separadas já são ótimas, juntas então, formaram uma combinação deliciosa! O cinema francês e Woody Allen! 

Já assisti esse filme duas vezes e adoro como a diretora Sophie Lellouche conseguiu recriar a atmosfera perfeita dos filmes "woodyanos".

O filme conta a história de Alice Olvitz (Alice Taglioni), uma farmacêutica francesa que é fã incondicional de Allen e que tem uma família um tanto inconvencional (o porque a gente vai descobrindo ao longo do filme). Em um determinado momento Alice vai à uma festa e no caminho de volta para casa conhece Victor (Patrick Bruel), um pessimista nato, que acredita que a morte chega rápido, que o amor não dura, é ateu e defende a tese de que todos nascem sozinhos e morrem assim. Eles tem uma amizade toda diferente, tumultuada, super engraçada e o final a gente já sabe, né?!

















O que eu mais gosto é que a personagem principal vive tendo conversas com o poster do Woody que fica no quarto dela, conversas sobre a vida, as prioridades, os amores, enfim... essas conversas bem profundas de um jeito bem divertido!

" - Então, como ele é?
- Ele é bonito, gentil, esportivo. Gosta de arte.
- Parece um Deus...
- Você acha?
- Acorde, os Deuses não amam, se deixam amar."




O longa é leve, mas tem uma lição de moral (daquelas de contos de fada...), é cheio de takes longos de ângulos diferentes (bem francês) e tem  closes daqueles inesperados, que começam longe e passam para perto de repente.
Um dos personagens vive fazendo análises dos outros e, como não podia faltar tratando-se de Woody Allen, tem muito humor negro e leve ao mesmo tempo!

Aqui vai o trailer pra vocês sentirem o gostinho: 



É um filme simples e é por isso mesmo que vale a pena!  

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Até a próxima! 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Vencedores Oscar 2013!

Antes de tudo, quero me desculpar pela ausência... dei uma sumidona, mas voltei com o melhor dos assuntos, o Oscar!!! 



Como todos sabemos a premiação foi no último Domingo (24) e foi INCRÍVEL! Há algum tempo que assisto a cerimonia e essa foi com certeza uma das melhores! Não necessariamente no quesito dos vencedores, mas na estrutura do show! 


Apresentada por Seth Macfarlane a premiação homenageou os grandes musicais e teve diversas paródias! Começou com Sinatra, passou por A Bela e a Fera, cantou os seios das atrizes, foi até a revolução francesa, visitou a Broadway, prestigiou os 50 anos de James Bond e terminou cantando para os perdedores da cerimônia. 

Ainda sobre músicas, os melhores números da noite foram as três iniciais cantadas pelo apresentador e alguns convidados, a voz belíssima da diva Adele  e o número do elenco de Os Miseráveis. (Pra mim o melhor de todos!!!).






Quanto a premiação em si, foi cheia de surpresas! A maior delas foi o filme Lincon, de Steven Spielberg, que tinha 12 indicações e ganhou apenas duas estatuetas! (Não anda fazendo filmes como antigamente, hein, Spielberg?!) 

Só pra lembra-los, não assisti os filmes indicados esse ano, mas li muito sobre todos eles! Aqui vão alguns resultados:



Melhor Filme: Argo


Devo confessar que fiquei um pouco desconcertada! Acho que Argo não tinha tanto potencial quanto alguns outros dos indicados, mas, como um dos meus professores estava comentando comigo, acho que o prêmio foi mais politico do que qualquer outra coisa, o tema do filme deixa isso bem claro! De qualquer forma fiquei feliz pelo Ben Afflek! O longa também ganhou melhor roteiro adaptado e melhor edição de filme.





Melhor Ator: Daniel Day-Lewis, por Lincon.



Quem não sabia??? Nem vou me estender aqui! Foi um trabalho muito bem feito e acho que a academia escolheu bem! 

Melhor Atriz: Jennifer Lawrence, por O Lado Bom da Vida.




Fãs de Jogos Vorazes, por favor não me matem! O fato é que eu achei essa escolha um tanto... exótica! Gosto muito da Jennifer e gosto do trabalho dela também! Acho que ela mereceu o Oscar, mas acho que tinha quem merecesse mais! (Ela estava uma princesa na premiação gente!!!)


O grande vencedor da noite foi "As Aventuras de Pi" com quatro prêmios. Sendo eles: Melhor diretor, melhores efeitos especiais, melhor trilha-sonora e melhor fotografia. Todos muito merecidos!
















Logo depois veio Os Miseráveis com as estatuetas de Melhor atriz coadjuvantemente para Anne Hathaway, melhor mixagem de som e melhor cabelo e maquiagem.


Segue a baixo a lista completa dos vencedores: 


- Melhor ator coadjuvante: Christopher Waltz
- Melhor atriz coadjuvante: Anne Hathaway
- Melhor atriz: Jennifer Lawrence 
- Melhor ator: Daniel Day-Lewis
- Melhor diretor: Ang Lee

- Melhor documentário de curta-metragem: Inocente
- Melhor documentário de longa-metragem: Procurando por Sugar Man
- Melhor curta de ficção: Curfew

- Melhor curta de animação: Paperman
- Melhor longa de animação: Valente

- Melhor fotografia: As Aventuras de Pi (por Claudio Miranda)
- Melhores efeitos especiais: As Aventuras de Pi
- Melhor mixagem de som: Os Miseráveis
- Melhor edição de som: A Hora Mais Escura e 007 - Operação Skyfall
- Melhor edição de filme: Argo
- Melhor roteiro adaptado: Argo
- Melhor roteiro original: Django Livre

- Melhor figurino: Anna Karenina (Jacqueline Duran)
- Melhor cabelo e maquiagem: Os Miseráveis
- Melhor direção de arte: Lincon

- Melhor Trilha Sonora: As Aventuras de Pi
- Melhor música e letra: Skyfall – Adele

- Melhor filme estrangeiro: Amor 
- Melhor filme: Argo


Como vocês devem ter percebido houve um empate na categoria melhor edição de som! É a sexta vez que isso acontece nos 85°anos e 24 categorias do Oscar, mas já não acontecia há 19 anos! A última vez foi em 1994.

A premiação foi maravilhosa, as pessoas estavam lindas, os prêmios foram muito bem entregues e Oscar, infelizmente, só ano que vem! 

Agora é se empenhar pra assistir os filmes, né?! 

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Até a próxima!